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Política

Grupo político de ACM Neto acumula derrotas nas urnas e enfrenta desgaste na Bahia

Time de ACMNeto sai derrotado nas urnas

Crédito: Radar Bahia
Crédito: Radar Bahia

O grupo político liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, enfrenta uma sequência de reveses eleitorais e questionamentos no cenário político baiano. Após sair derrotado na disputa pelo Governo da Bahia, Neto reduziu sua presença nas redes sociais, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues cobra publicamente o reconhecimento do resultado eleitoral.

Além da derrota nas urnas, ACM Neto também passou a enfrentar acusações envolvendo recursos do fundo partidário. Luciano Bivar (MDB-PE) acusou o ex-prefeito de Salvador e o presidente nacional do União Brasil de suposto desvio de recursos do fundo. As declarações acrescentaram mais um capítulo às tensões políticas envolvendo o grupo.

No segundo turno da disputa presidencial, ACM Neto declarou apoio ao candidato Flávio Bolsonaro, que também terminou derrotado nas urnas.

A disputa pelo Senado também trouxe resultados desfavoráveis para o grupo. João Roma e Angelo Coronel concorreram a vagas na Casa Legislativa, mas foram derrotados por Rui Costa e Jaques Wagner, respectivamente.

Outro aliado político do ex-prefeito, o candidato Jorge Araújo, também não conseguiu alcançar seu objetivo eleitoral. Ao disputar a reeleição para deputado federal, ele obteve 24.813 votos e não conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados.

Desgaste também atinge Bruno Reis

Mesmo sem disputar nenhum cargo nesta eleição, o prefeito de Salvador, Bruno Reis, também passou a enfrentar críticas. A gestão municipal tem sido questionada pela não liberação do passe livre e pela redução da frota de ônibus no domingo de votação.

As reclamações ampliaram o debate sobre o transporte público na capital baiana e colocaram a administração municipal no centro de críticas durante o período eleitoral.

Com derrotas eleitorais, acusações políticas e questionamentos à gestão municipal, o grupo ligado a ACM Neto enfrenta um momento de pressão no cenário político baiano.

 

Por Luciano Ramos 

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